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Deter a próxima pandemia: O cliente final é o paciente

Na fábrica da iBio em College Station, Texas, as plantas vivas s?o utilizadas como biorreatores na produ??o de proteína para vacinas.

Cultivam 330.000?kg de plantas em um ano, e a instala??o da empresa biofarmacêutica tem mais de 100.000?pés quadrados, mais de cinco andares e está localizada em um terreno de 21 acres.

O processo de produ??o farmacêutica vertical da iBio inclui três passos: produ??o da planta, infiltra??o da planta e purifica??o posterior em salas limpas aut?nomas. Tudo o que pode ser automatizado, é automatizado -a empresa n?o permite que ninguém toque nas plantas.

O processo foi desenvolvido originalmente em um desafio da Agência de Projetos de Pesquisa Avan?ada em Defesa (DARPA), que implicava receber a sequência genética e uma peti??o para fazer 50 milh?es de doses em 12 semanas.? Foi o que evitou uma pandemia na América.

Algumas das 1200 plantas da Nicotiana benthamiana infiltrada a vácuo (uma planta de tabaco australiana) s?o plantadas por bandeja e enviadas a uma das duas salas de cultivo.? A sala de fluxo laminar de 55 pés de altura, onde ocorre a germina??o, foi projetada utilizando uma dinamica de fluxo computacional e temperatura controlada em 2 °F. A segunda, a maior sala de cultivo tem 14 andares de altura e uma capacidade para 1,2 milh?es de plantas.

A agroinfiltra??o é onde a magia acontece. é onde a iBio infeta a planta com o vetor para a manifesta??o transitória da nova proteína. As plantas s?o colocadas de cabe?a para baixo em um líquido infetado, retirado a um ter?o da atmosfera e devolvido novamente. Todo o DNA sintetizador de proteína é desviado.

Quando as plantas crescem totalmente, as proteínas s?o extraídas em uma das sete salas limpas aut?nomas.? Fabricadas como cápsulas portáteis, cada sala limpa tem um 100% de redundancia, s?o totalmente móveis através de mancais de ar e s?o controladas utilizando o sistema digital de controle distribuído PlantPAx.

A empresa utilizou técnicas muito avan?adas. E, agora, está trabalhando no Brasil e áfrica do Sul para transferir a tecnologia a outros países.

Sua estratégia é que o aprimoramento deve ser iterativo, n?o retrospectivo. Para a iBio, isso significa come?ar com o software e equipamento básico e, depois, melhorá-lo. Com as camadas iniciais de automa??o prontas, o próximo passo será adicionar o sistema de execu??o de manufatura (MES) à primeira camada.

No setor farmacêutico, o cliente final é o paciente. Os erros s?o inadmissíveis.

Devem estar 100% corretos sempre, o que é uma tarefa hercúlea. A qualidade no projeto inclui avalia??o, perfil do produto alvo de qualidade, análise de risco, desenvolvimento e valida??o do processo.

Como um dos setores mais regulados do mundo, iBio vai além. E deve contar com um ambiente que possa ser aperfei?oado constantemente.

Saiba mais sobre o SDCD moderno PlantPAx da Rockwell Automation.

iBio apresentou este projeto no Grupo de usuários de solu??es de processo (PSUG) ?em Houston, Texas.

Este blog se baseia em um?artigo dos editores de Control.


Mike Bacidore
Mike Bacidore
Editor in Chief, Control Design
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